Primeiro trimestre é marcado por um aumento de 34,8% nas vendas em Shopping Centers

Atualizado: 21 de jun.

Segundo um apontamento feito pela Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), o setor de shopping centers registrou um aumento de 34,8% nas vendas ou 22,2% descontada a inflação com base em levantamentos do Índice Cielo de Varejo em Shopping Centers (ICVS).


Após os dados trimestrais, a expectativa da Abrasce para 2022 foi revisada. A projeção de crescimento saltou de 13,8% para 17,3% nas vendas ou 9,2% descontando a inflação.


Esse foi o primeiro resultado positivo do setor desde o mesmo período de 2019, quando foi registrado um crescimento de 8,5%. Os resultados negativos dos anos subsequentes se devem à pandemia que fizeram as vendas caírem de 9,1% a 25,9% nos primeiros trimestres de 2020 e de 2021.


A recuperação no trimestre foi observada fortes elevações nas vendas com o Centro-Oeste subindo 32,9%, o Nordeste (31,6%) e o Sul (28,5%), mas o destaque ficou por conta das regiões Norte (42,7%) e Sudeste (38,1%) que cresceram acima da média nacional.


A Abrasce estima, ainda,13 inaugurações neste ano, contra apenas 5 em 2021. Estão previstos cinco novas unidades na Região Sudeste, três no Nordeste, três no Sul e duas no Centro-Oeste.


O avanço da vacinação contra a Covid-19 deve estimular o aumento de visitantes aos shoppings e indica que o setor de shopping centers deve se recuperar dos efeitos da pandemia e se aproximar com velocidade dos patamares anteriores à crise.


O número de visitantes nos shoppings também segue aumentando e estimulando cada vez mais o comércio dentro deles. Foram registrados aumentos no fluxo de pessoas em janeiro (22,3%), fevereiro (24,2%) e em março um salto de 153%, em função da base deprimida de 2021, em decorrência da 2ª onda de fechamento em março de 2021.


Esses resultados mostram que os investidores e empreendedores do setor devem começar a colher cada vez mais frutos neste período de retomada do setor e 2022 será um ano mais promissor do que era esperado.


Já para os trimestres posteriores, teremos, além da demanda reprimida, grandes datas do comércio como Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais, Semana Brasil, Black Friday e Natal, onde se espera ter um crescimento nas vendas no varejo, atingindo uma elevação de cerca de 8% para o ano de 2022.


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